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Wednesday, May 25, 2011

666 era o Nero


Eu estava pesquisando um dia desses a respeito desse tema e deparei-me com essa materia que achei o máximo.

Você sabia que a maioria dos historiadores (sérios) tem essa visão a respeito do número temido 666?
Pois é, a besta como é chamado o número 666, nada mais é que o apelido dado ao imperador romano Nero.

Veja que não há uma resposta totalmente confiável, mas uma das hipóteses (talvez a mais aceita pelos historiadores) indica que 666 aparece como o "número da besta" no livro bíblico do Apocalipse, cuja autoria é atribuída a São João.
No versículo 18 do capítulo 13, lê-se: "Quem tiver discernimento calcule o número da besta, pois é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis".

Para entender essa estranha associação, é preciso retornar aos tempos em que o texto foi escrito - provavelmente, durante o século 1.

Na época, os cristãos não admitiam o caráter divino do imperador romano Nero.
Essa atitude incomodou o governante, que mandou reprimir violentamente os adeptos do cristianismo.

Com a perseguição, o imperador passou a ser conhecido como a "besta" entre os fiéis, mas chamá-lo assim poderia desencadear uma reação feroz. Para evitar o problema, os cristãos resolveram relacionar as letras do nome Nero a algarismos, em uma técnica chamada gematria.
O número resultante, claro, foi o diabólico 666.

 "Afinal, o livro do Apocalipse foi escrito em mensagem cifrada, por causa das perseguições de Roma contra os cristãos", segundo o teólogo Fernando Altemeyer, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).



Fonte da pesquisa: revista Mundo Estranho (Editora Abril)


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Wednesday, May 18, 2011

Santo Sudário

imagem completa


É um pano de linho com 4,36 metros de comprimento e 1,1 metro de largura que teria sido utilizado para envolver o corpo de Jesus Cristo após sua crucificação.

O primeiro registro histórico data de 1354, quando ele foi entregue a uma igreja na cidade francesa de Lirey pelo conde Geoffroi de Charnay.
Em 1535, três anos depois de ter escapado de um incêndio, o sudário foi transferido para a Itália, onde está exposto até hoje na Catedral de São João Batista, em Turim.
Ao longo dos últimos séculos, a autenticidade da peça se transformou no centro de uma das polêmicas científicas mais acaloradas da história, envolvendo milhares de estudiosos.

Em campos opostos encontram-se os crentes que explicam o tecido como a mortalha de Jesus Cristo e os céticos que o consideram uma falsificação do século XIV.
Ambos os campos utilizaram diversos tipos de argumentação científica para provar as suas teorias.

Abaixo um resumo dos argumentos favoráveis e contrários.

Cientistas, pessoas crentes, historiadores e escritores divergem com respeito ao local, à data e à maneira como esta imagem foi criada.

De um ponto de vista religioso, em 1958 o Papa Pio XII aprovou a associação da imagem e a celebração anual em sua homenagem na "terça-feira do Sudário" com a devoção à face sagrada de Jesus dentro da fé Católica Apostólica Romana.

Alguns acreditam que a imagem gravada nas fibras do Sudário se produziu no momento do sepultamento do corpo de Jesus Cristo ou pouco antes do que se acredita como a sua ressurreição.

Céticos, entretanto alegam que o sudário consiste em uma falsificação medieval; outros atribuem a formação da imagem às reações químicas e outros processos naturais.



Texto resumido a partir da revista Mundo Estranho (editora Abril) e da Wikipédia




Até o próximo post. Um abraço BELcrei2011; As imagens usadas são do acervo pessoal(ver licença) ou públicas retiradas da web - podem ter direitos autorais. Caso você seja o(a) autor(a) ou proprietário(a) da imagem, entre em contato para que façamos a remoção da mesma.

Monday, March 7, 2011

Igreja católica e igreja ortodoxa, as diferenças.

Igreja Católica                                         Igreja Ortodoxa

São muitas.
Enquanto os católicos seguem fielmente o papa, os ortodoxos possuem maior independência: a única função do patriarca - o cargo mais alto em sua hierarquia - é manter a unidade da Igreja.

As cruzes também não são iguais: a dos ortodoxos tem três barras. A de cima foi acrescentada por acreditarem que teria servido para a famosa inscrição INRI (abreviação de Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus).


Até o final do século X, as duas igrejas eram uma só, com os católicos de hoje radicados na Europa Ocidental e os ortodoxos ao leste, na Grécia e na Turquia.

"A Igreja Ortodoxa surgiu com o objetivo de espalhar o Cristianismo pelo Oriente", segundo o teólogo Rafael Rodrigues da Silva, da PUC-SP. Com o tempo, as diferenças culturais criaram várias discordâncias entre elas;
como exemplo podemos citar a que diz respeito à língua oficial dos cultos:
os cristãos do ocidente queriam o latim;
os do Oriente não abriam mão do grego e do hebraico.





Até o próximo post. Um abraço BELcrei2011; As imagens usadas são do acervo pessoal(ver licença) ou públicas retiradas da web - podem ter direitos autorais. Caso você seja o(a) autor(a) ou proprietário(a) da imagem, entre em contato para que façamos a remoção da mesma.

Thursday, January 20, 2011

Espiritualidade na sua essência


A Espiritualidade é uma dimensão da pessoa humana que traduz, segundo a maioria das religiões, o modo de viver característico de uma pessoa "crente" que busca alcançar a plenitude da sua relação com o transcendental.

Esta é a relação natural do homem com Deus.
Pessoas espiritualizadas são aquelas que compreendem que os espíritos, são muito mais do que a materia.

A Espiritualidade não está diretamente ligada com nenhuma religião em específico, representando assim qualquer ligação do ser humano com seu criador.
Espiritualidade é diferente de religião, antes que alguém reclame, pois não apresenta dogmas ou crenças em específico, sendo assim sinônimo de libertação, de pensamento livre.
Espiritualidade representa, também, o desapego com os bens materiais e com pessoas.
O maior objetivo de todas as pessoas é o amor incondicional, desapegado e sem críticas ou julgamentos.

Em resumo, espiritualidade todos temos, seja ela expressada da maneira que for, não cabe a este pequeno texto entrar em concepções individuais de religiosidade de cada um.
O importante é que as pessoas sintam-se bem com a sua religião e assim sejam completadas por ela, para inevitavelmente chegarem então, ao ser epiritual.

Para concluir é importante frisar que, espiritualidade é a busca e o encontro com o amor, de forma incondicional.




Até o próximo post. Um abraço, sempre sincero; BELcrei2011
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Wednesday, December 22, 2010

"Conversando com os anjos"


Anjos, anjos.
Anjos iluminados do Pai,
Trazei para mim a luz dos céus.

Venhais amigos da alegria,
Aproximai companheiros queridos.

Anjos, anjos.

Anjos da luz dourada do sol,
Aquecei minha alma com seu divino calor,
Trazei para mim inspirações de Deus,
Levai para Ele meus agradecimentos.

Anjos, anjos.

Anjos das asas azuis,
Protegei a todos que me querem,
Iluminai a todos que não gostam de mim,
Fazei isso através de sua forte presença de proteção.

Anjos, anjos.

Venham... cheguem... brinquem...
Me levem, me tragam, me façam,
Um instrumento útil para Deus, o Pai.




Texto retirado do livro "Anjos" - © by BEL©rei



Até o próximo post. Um abraço, sempre sincero; BELcrei2010

Friday, December 10, 2010

Cada religião reza de uma forma

Imagem pública retirada da web - pode ter direitos autorais

A prece é um elemento universal da espiritualidade humana, encontrada em todas as tradições religiosas.

Cada uma delas segue seus próprios rituais, mas o objetivo é o mesmo: comunicar-se com a divindade, em uma atitude de devoção e máximo respeito.

 "Antes mesmo de existirem sistemas de crença constituídos, o ser humano proferia palavras de apelo ao Criador, sempre com o sentido mágico de obter paz interior e alívio para o sofrimento", segundo a antropóloga Liana Maria Sálvia Trindade, da Universidade de São Paulo (USP), especializada no estudo das religiões.
Conforme a doutrina, o rito pode incluir ainda adereços especiais. No Judaísmo, por exemplo, é obrigatório o uso do solidéu.

"O homem tem que ser humilde diante de Deus, jamais pode mostrar a cabeça dentro da sinagoga ou quando reza", segundo o rabino Yekuda Busquila, da Congregação Israelita de São Paulo.

Os muçulmanos, por sua vez, pedem graças ao Criador depois de rezar, ato que, entre eles, obedece a uma série de regras. O fiel tem que orar sempre voltado para a Meca, cidade da Arábia Saudita onde está seu principal santuário. Além disso, só é permitido rezar em locais limpos, daí a utilização de um pequeno tapete.

"Ele pode ser carregado para qualquer parte e é uma garantia de que se está rezando sobre um local puro, já que o dono do tapete sabe que ele está limpo", explica o xeique Ali Abdune, presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica.

Já no Catolicismo, o ritual pode ser feito tanto em particular quanto na igreja, durante a missa.
Ao final da prece, é obrigatório fazer o sinal da cruz. "Jesus Cristo ensinou assim e por isso devemos seguir esse preceito", afirma o padre Eduardo Coelho, da Arquidiocese de São Paulo.

No Budismo, a oração busca não só aproximar o homem de uma realidade superior, como ajudar o praticante a desenvolver qualidades típicas do Buda como a calma, a alegria e o amor.

"É uma forma de trazer bênçãos protetoras para o dia-a-dia, apesar de nem todas as vertentes do Budismo adotarem a prece", diz Peter Harvey, professor de Estudos Budistas da Universidade de Sunderland, na Inglaterra.

O Hinduísmo, também não prevê uma forma única de orar.
Para eles, a prece é importante, mas não obrigatória.

"Nessa conversa mental com a divindade, o hindu fecha os olhos para que todos os seus sentidos fiquem voltados para seu mundo interior. Assim, ele pode ascender a patamares mentais superiores", afirma Swami Nirmalatmananda, presidente do templo Hama Krishna Vedanta, em São Paulo.

E sabemos que independentemente da religião de cada um, o importante é manter o centro em equilíbrio, não importa qual sua religião, o mais importante de tudo é que caminhamos para o mesmo lugar, e certamente oramos para o mesmo espaço e fim.

Texto a partir da revista Mundo Estranho (Editora Abril) - com acréscimos pessoais
Até o próximo post. Um abraço, sempre sincero; BELcrei2010

Monday, November 8, 2010

Cada crença tem seu jeito de fazer apelo ao Divino, veja como.



Apelo ao divino

Os principais sistemas de crença fazem da oração uma reverência

BUDISTAS

Tanto em casa quanto no templo, a prece é feita diante de um relicário com a imagem de Buda, cercado de velas, incenso e flores. Para rezar, o budista junta as mãos, se ajoelha e se curva três vezes diante da imagem. Depois, faz as oferendas (flores, velas e alimentos), que simbolizam o ciclo da vida, a luz dos ensinamentos e a gratidão.

CATÓLICOS

A religião contém duas orações básicas; o Pai Nosso e a Ave Maria. Muitas vezes, o fiel reza com o rosário de 165 contas, correspondente a 15 vezes a primeira prece e 150 a segunda. Ao terminar, faz o sinal da cruz. O católico geralmente reza ajoelhado, com as mãos unidas.

JUDEUS

As preces estão na chamada Torá, o livro sagrado do Judaísmo, e podem ser seguidas pelo pedido de perdão, feito diretamente a Deus, sem intermediários. Sentado no banco da sinagoga, cada fiel tem seu próprio livro de orações. Conforme a seqüência de preces, ele alternadamente levanta-se e se ajoelha, depois volta a sentar. Os homens têm de usar uma pequena touca, o solidéu, em sinal de respeito a Deus.

HINDUÍSTAS

Não existem regras no Hinduísmo, mas em geral o devoto reza sentado sobre uma almofada na famosa posição de lótus: com as pernas cruzadas e a coluna e a cabeça eretas. Antes de iniciar a prece, ele fecha os olhos e coloca as mãos sobre as pernas. Alguns usam um rosário de 108 contas.

MUÇULMANOS

O fiel deve rezar todo dia em cinco horários: 5:00, 12:30, 16:00, 18:30 e 20:00. Para isso, ele entra na mesquita sem sapatos e se encaminha à Sala de Oração, que ocupa a ala de um jardim aberto. No centro do jardim, fica o poço de purificação, para ele se lavar antes da prece. No muro que dá para Meca há um nicho, o mihab, que indica a direção para a qual se deve rezar. Durante a oração, o fiel se inclina para a frente, prostrado no chão, em sinal de respeito ao Criador. A testa toca o tapete especial para esse ritual (cada um deve ter o seu e cuidar de mantê-lo sempre bem limpo).


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